fbpx

A história dos três reis magos do Santo Evangelho

Todos os anos, por ocasião do Natal, recordamos os momentos passados ​​em Belém há quase dois mil anos. A manjedoura, os pastores e os anjos completam nossa imagem desse evento – o nascimento do Senhor Jesus Cristo. Menos presentes, porém, estão os três reis magos que vieram adorar o menino Jesus. Além de algumas canções antigas, elas não estão tão presentes nas histórias de Natal. Isso os faz parecer um tanto envoltos em uma aura de mistério. Acho que agora, em torno da festa da Natividade, algumas informações são bem-vindas para completar o quadro deste evento.

Tradições

A maior parte das informações que temos sobre os Magos vem dos tempos antigos. A maioria presumia que fossem três, já que os presentes que trouxeram eram três. No entanto, as Sagradas Escrituras não dizem que eram três.

Eles são chamados de “magos”, uma palavra grega derivada de uma palavra persa para uma casta sacerdotal.

Com o tempo, as tradições tornaram-se cada vez mais elaboradas. No terceiro século, por exemplo, os três reis se tornaram reis. No século VI, eles também tinham nomes: Bitshare (Balthazar), Melchior e Gathaspa, pois uma tradição armênia do século XIV afirmava que eram Balthazar, rei da Arábia, Melchior, rei da Pérsia, e Gaspar, rei da Índia.

Uma lenda russa fala até de um quarto mago, que chegou a Jerusalém depois dos três primeiros feiticeiros. O escritor e acadêmico francês Michel Tournier pega essa lenda e a desenvolve em seu livro “Gaspar, Balthazar e Melchior”, que eu recomendo.

Todas essas tradições são interessantes e bonitas, mas … o que realmente sabemos sobre esses mágicos?

Sacerdócio dos Medos

Os antigos magos representavam um sacerdócio hereditário dos medos, creditado com extraordinário e profundo conhecimento religioso. Depois que alguns mágicos da corte do rei dos medos provaram sua habilidade de interpretar sonhos, Dario, o Grande, entregou-lhes os assuntos religiosos da Pérsia. A partir da nova posição, na qual os poderes civis e religiosos foram combinados, os Magos passaram a constituir a suprema casta sacerdotal do Império Persa, continuando a desempenhar esse papel nos períodos seguintes – Selêucida, Parta e Sassânida.

O papel de Daniel

Um dos títulos dados ao Santo Profeta Daniel no Antigo Testamento foi o de rab-mag, que significa Chefe dos Magos. Deus fez dele o governante principal da corte de dois impérios mundiais: o babilônico e seu sucessor, o persa. Quando Dario o nomeou judeu, chefe do sacerdócio medos que até então era hereditário, as reações da corte não demoraram a chegar, levando Daniel a ser jogado na cova dos leões. Parece que Daniel enviou uma profecia messiânica (que em seu tempo seria anunciada por uma estrela) a um certo grupo de mágicos, a fim de cumpri-la.

Desde os dias do profeta Daniel, os destinos dos povos persa e judeu estavam interligados. Ambos os povos, por sua vez, caíram sob a ocupação dos selêucidas antes da ascensão de Alexandre o Grande. Mais tarde, eles recuperaram sua independência: os judeus por meio da revolta dos macabeus e os persas como um grupo governante no Império Parta.

A viagem para Jerusalém

Em Jerusalém, o súbito aparecimento dos Magos, que provavelmente viajavam com uma suíte atraente, alarmou Herodes e toda a cidade. A pergunta que os mágicos fizeram a Herodes sobre o “rei dos judeus nato” foi um insulto para ele, um não-judeu que puxou os cordões e comprou seu assento. Perguntando aos estudiosos da corte, Herodes aprende com os profetas que o Messias prometido nasceria em Belém. Escondendo sua preocupação e mostrando um falso interesse, Herodes pede aos Magos que lhe enviem notícias.

Depois de encontrar o bebê e trazer seus dons proféticos, os mágicos – “informados em um sonho” (uma forma de comunicação aceitável para eles) – iniciaram um caminho diferente para seu país, ignorando o pedido de Herodes.

Presentes de Natal

Os dons de ouro, incenso e mirra são dons proféticos, relacionados à qualidade de Cristo como rei, sacerdote e salvador. O ouro é para reis; o incenso é uma especiaria usada pelos sacerdotes; A mirra é um óleo perfumado usado para enterrar os mortos, anunciando assim a Sua morte.

Pelo livro do Apocalipse, em Sua segunda vinda, sabemos que Ele receberá ouro e incenso novamente, mas não mirra. Ele morreu apenas uma vez, por todos e por todos.

Que presentes vamos trazer para Ele este ano? Vamos conversar com ele.

Obtenha toda proteção com o Incenso Limpeza Pesada Ananda. Incenso desenvolvido com seivas, Cânfora, resinas naturais e ervas especiais.Especial para remover todas as más energias e limpar profundamente ambientes. Também preenche com energias de equilíbrio e de relaxamento, e ajuda no alinhamento dos Chakras de todos os presentes no ambiente.

Deixe um comentário